Vendas, marketing, liderança de equipas. Vi o que funciona e o que não funciona num mercado que nem sempre é gentil com quem faz as coisas bem. Estive do lado de quem bate à porta a vender, do lado de quem recebe os leads e do lado de quem tem de decidir o que é que aquela empresa precisa de mudar para crescer.
A IA e a automação não apareceram no meu radar por moda. Apareceram porque percebi uma coisa simples: a maioria das pessoas ainda acha que IA é um chat de perguntas e respostas. Está a anos-luz do que já é possível.
Enquanto o mercado se enche de formadores a vender cursos de “como escrever prompts”, eu decidi ir pelo caminho oposto — mão na massa, a implementar a sério em negócios reais. Porque o valor não está em saber mexer nas ferramentas. Está em desenhar sistemas que resolvem problemas que duram há anos.
Não estou a construir uma agência. Estou a construir um gabinete — pequeno, próximo, onde cada cliente é acompanhado por quem implementa. E os 20 anos que tenho nas costas não são um CV. São o motivo pelo qual consigo olhar para o teu negócio e dizer onde é que a IA vale mesmo a pena — sem te vender o que não precisas.